A discussão acerca dos direitos da criança e do adolescente é de grande relevância para toda a sociedade. São 19 anos de ECA: os direitos da criança e o adolescente ainda não são, plenamente, respeitados, principalmente daqueles mais empobrecidos e moradores das periferias das pequenas e grandes cidades. Os desafios ainda são imensos; há uma grande distância entre o Brasil legal e o Brasil real. No último dia da Conferência, foram eleitos os delegados para a Conferência Estadual.
RUA ALMEIDA BRANDÃO (RUA DA ESTAÇÃO), 77, ESCADA, CEP: 40.710-110, SALVADOR-BAHIA-BRASIL E-MAIL: SOFIACE2001@GMAIL.COM
terça-feira, 4 de agosto de 2009
VII Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
A discussão acerca dos direitos da criança e do adolescente é de grande relevância para toda a sociedade. São 19 anos de ECA: os direitos da criança e o adolescente ainda não são, plenamente, respeitados, principalmente daqueles mais empobrecidos e moradores das periferias das pequenas e grandes cidades. Os desafios ainda são imensos; há uma grande distância entre o Brasil legal e o Brasil real. No último dia da Conferência, foram eleitos os delegados para a Conferência Estadual.
Diário de Anne Frank passa a fazer parte do registro Memórias do Mundo da Unesco
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Grandes Leitores
Mulheres
1º lugar
a) Ladailza G. Teles (7 livros)
b) Geovana Pitombo Ferreira (6 livros)
c) Jucilene F. Cerqueira (6 livros)
2º lugar
a) Valda Santos Brito da Silva (4 livros)
3º lugar
a) Ariane Cerqueira Santos (3 livros)
b) Débora Santos de Brito da Silva (3 livros)
c) Nairan Raiara dos Santos Barbosa (3 livros)
d) Rosalia Bispo de Souza (3 livros)
e) Rosangela Lima de Oliveira (3 livros)
f) Jaiane dos Santos (2 livros)
g) Jeane Rodrigues dos Santos (2 livros)
Homens
1º lugar
a) Antonio Nascimento de Jesus (7 livros)
2º lugar
a) Armando Angelo Nascimento (5 livros)
b) José Edemilson P. dos Anjos (5 livros)
c) Alexandre Abade Souza (4 livros)
d) Nilton Ariston Lobo Filho (4 livros)
3º lugar
a) Dalvan de Paula Silva (2 livros)
b) Manoel de Jesus Souza (2 livros)
c) Jerbson Rodrigues Campos (2 livros)
1º lugar - 6 ou mais livros lidos no mês
2º lugar - 4 ou 5 livros lidos no mês
3º lugar - 2 ou 3 livros lidos no mês
sábado, 1 de agosto de 2009
Livros mais lidos na BPF em julho/2009
O Zahir, Paulo Coelho
Viva o povo Brasileiro, João Ubaldo Ribeiro
4 vezes lidos
Macunaíma, Mário de Andrade
O Último Vôo do Flamingo, Mia Couto
Vidas Secas, Graciliano Ramos
3 vezes lidos
As Meninas, Lygia Fagundes
As Vítimas Algozes, Joaquim Manoel de Macedo
Doidinho, José Lins do Rego
Dom Casmurro, Machado de Assis
"...aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação..." (Paulo Freire)
HORA DO CONTO
A HORA DO CONTO DO MÊS DE AGOSTO ESTÁ DEMAIS!!
BLOCO VII – FOLCLORE E LITERATURA
Objetivo
Valorizar a cultura popular brasileira
Público
Crianças de escolas municipais, creche comunitária, comunidade
Data: 07/08/09
Atividade:
- Leitura grupal das lendas: Boto Cor de Rosa, Mula sem Cabeça, Lobisomem
- Mostra de Video
Atividade:
- Leitura grupal das lendas: Negrinho do Pastoreio, Curupira, Boi Tatá
- Brincadeiras Tradicionais
Atividade:
- Leitura grupal de parlendas e trava línguas
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Manifesto por um Brasil literário
Reconhecemos como princípio o direito de todos de participarem da produção também literária. No mundo atual, considera-se a alfabetização como um bem e um direito. Isto se deve ao fato de que com a industrialização as profissões exigem que o trabalhador saiba ler. No passado, os ofícios e ocupações eram transmitidos de pai para filho, sem interferência
da escola.
Alfabetizar-se, saber ler e escrever tornaram-se hoje condições imprescindíveis à
profissionalização e ao emprego. A escola é um espaço necessário para instrumentalizar o sujeito e facilitar seu ingresso no trabalho. Mas pelo avanço das ciências humanas compreende-se como inerente aos homens e mulheres a necessidade de manifestar e dar corpo às suas capacidades inventivas.
Por outro lado, existe um uso não tão pragmático de escrita e leitura. Numa época em que a oralidade perdeu, em parte, sua força, já não nos postamos diante de narrativas que falavam através da ficção de conteúdos sapienciais, éticos, imaginativos.
É no mundo possível da ficção que o homem se encontra realmente livre para pensar, configurar alternativas, deixar agir a fantasia. Na literatura que, liberto do agir prático e da necessidade, o sujeito viaja por outro mundo possível. Sem preconceitos em sua construção, daí sua possibilidade intrínseca de inclusão, a literatura nos acolhe sem ignorar nossa incompletude.
É o que a literatura oferece e abre a todo aquele que deseja entregar-se à fantasia.
Democratiza-se assim o poder de criar, imaginar, recriar, romper o limite do provável. Sua fundação reflexiva possibilita ao leitor dobrar-se sobre si mesmo e estabelecer uma prosa entre o real e o idealizado.
A leitura literária é um direito de todos e que ainda não está escrito. O sujeito anseia por conhecimentos e possui a necessidade de estender suas intuições criadoras aos espaços em que convive. Compreendendo a literatura como capaz de abrir um diálogo subjetivo entre o leitor e a obra, entre o vivido e o sonhado, entre o conhecido e o ainda por conhecer; considerando que este diálogo das diferenças – inerente à literatura – nos confirma como redes de relações; reconhecendo que a maleabilidade do pensamento concorre para a construção de novos desafios para a sociedade; afirmando que a literatura, pela sua configuração, acolhe a todos e concorre para o exercício de um pensamento crítico, ágil e inventivo; compreendendo que a metáfora literária abriga as experiências do leitor e não ignora suas singularidades, que as instituições em pauta confirmam como essencial para o País a concretização de tal projeto.
Outorgando a si mesmo o privilégio de idealizar outro cotidiano em liberdade, e movido pela intimidade maior de sua fantasia, um conhecimento mais amplo e diverso do mundo ganha corpo, e se instala no desejo dos homens e mulheres promovendo os indivíduos a sujeitos e responsáveis pela sua própria humanidade. De consumidores passa-se a investidores na artesania do mundo. Por ser assim, persegue-se uma sociedade em que a qualidade da existência humana é buscada como um bem inalienável.
Liberdade, espontaneidade, afetividade e fantasia são elementos que fundam a infância. Tais substâncias são também pertinentes à construção literária. Daí, a literatura ser próxima da criança. Possibilitar aos mais jovens acesso ao texto literário é garantir a presença de tais elementos – que inauguram a vida – como essenciais para o seu crescimento. Nesse sentido é indispensável a presença da literatura em todos os espaços por onde circula a infância. Todas as atividades que têm a literatura como objeto central serão promovidas para fazer do País uma sociedade leitora. O apoio de todos que assim compreendem a função literária, a proposição é indispensável. Se é um projeto literário é também uma ação política por sonhar um País mais digno".
Bartolomeu Campos de Queirós
Junho de 2009
Comissão aprova biblioteca escolar
terça-feira, 28 de julho de 2009
Jovens da comunidade católica de Itacaranha se reúnem na BPF
BPF recebe crianças do projeto Educar para a Vida
"LER OU NÃO SER. EIS A QUESTÃO"
1.Leia, procure se adaptar a um estilo literário que mais lhe agrada.
2.Leia revistas e jornais para ficar atualizado e desenvolver seu senso crítico sobre diversos assuntos atuais. Atualize-se, não perca tempo porque o tempo é um bem precioso.
3.Monte uma biblioteca em sua residência ou na empresa.
4.Freqüente e associe-se nas bibliotecas de sua cidade.
5.Leia com seus filhos e incentive-os desde pequenos a cultivarem o hábito da leitura.
6.Muita gente diz que não gosta de ler, que não tem tempo e dão outras desculpas inaceitáveis, mas ficam horas e horas na Internet. A Internet jamais substituirá a importância do livro. Portanto, é preciso conscientizar as crianças, os jovens e também os adultos a fazerem o bom uso da Internet que é um instrumento espetacular e fundamental nessa nova era, mas jamais desprezar a função dos livros durante nossa formação profissional e intelectual.
7.Quem lê consegue desenvolver técnicas de redação. Uma grande porcentagem de pessoas são reprovadas no vestibular e em entrevistas nas empresas porque não lêem.
8.As grandes produções do cinema e da televisão nasceram nas páginas de um livro.
FONTE: http://www.luizinhobastos.com/incentivo.asp