A atividade focou na leitura e discussão do texto "A biblioteca cria cidadãos mais bem informados?".
RUA ALMEIDA BRANDÃO (RUA DA ESTAÇÃO), 77, ESCADA, CEP: 40.710-110, SALVADOR-BAHIA-BRASIL E-MAIL: SOFIACE2001@GMAIL.COM
sábado, 24 de março de 2012
BC Paulo Freire realiza grupo de estudo
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Os Direitos Das Crianças
Toda criança do mundo
Deve ser protegida
contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os direitos das crianças
Todos tem de respeitar.
Direito de perguntar...
Ter alguem pra responder.
A criança tem direoto
De querer tudo saber.
A creiança tem direito
Até de ser diferente.
E tem que ser bem aceita
Seja sadia ou doente.
Tem direito à atenção
Direto de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas crianças também tem
O direiro de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô
Descer no escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te vi,
Bola, bola,bola,bola!
Lamber fundo de penela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também deizer não!
Carrinhos, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Um passeio de canoa,
Pão lambuzado de mel,
Ficar um pouquinho à toa...
Contar estrelas no céu...
Ficar lendo revistinha,
Um amigo inteligente,
Pipa na ponta da linha,
um bom dum cachorro- quente.
Festejar o aniversário,
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos,
Dar uns pulos no colchão.
Livros com muita figura,
Fazer viagem de trem,
Um pouquinho de aventura...
Alguém para querer bem...
Deve ser protegida
contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os direitos das crianças
Todos tem de respeitar.
Direito de perguntar...
Ter alguem pra responder.
A criança tem direoto
De querer tudo saber.
A creiança tem direito
Até de ser diferente.
E tem que ser bem aceita
Seja sadia ou doente.
Tem direito à atenção
Direto de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas crianças também tem
O direiro de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô
Descer no escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te vi,
Bola, bola,bola,bola!
Lamber fundo de penela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também deizer não!
Carrinhos, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Um passeio de canoa,
Pão lambuzado de mel,
Ficar um pouquinho à toa...
Contar estrelas no céu...
Ficar lendo revistinha,
Um amigo inteligente,
Pipa na ponta da linha,
um bom dum cachorro- quente.
Festejar o aniversário,
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos,
Dar uns pulos no colchão.
Livros com muita figura,
Fazer viagem de trem,
Um pouquinho de aventura...
Alguém para querer bem...
Ruth Rocha
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
"Quando a vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: este é meu neto.
Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu.
Ela disse que eu voltei de ateu.
Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu.
Como quem dissesse no carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço.
Minha avó entendia de regências verbais.
Ela falava de sério. Mas todo - mundo riu.
Porque aquela preposição deslocada. Podia fazer de uma informação um chiste.
E fez. E mais. eu acho que buscar a beleza nas palavras e uma solenidade de amor.
E pode ser instrumento de rir.
De outra feita no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho.
Eu não disiliminei ninguém.
Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas.
Comecei a não gostar de palavra engavetada.
Aquela que não pode mudar de lugar.
Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam.
Por depois ouvir um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve/ que eu não sei a ler. Aquele "a" preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro."
Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu.
Ela disse que eu voltei de ateu.
Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu.
Como quem dissesse no carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço.
Minha avó entendia de regências verbais.
Ela falava de sério. Mas todo - mundo riu.
Porque aquela preposição deslocada. Podia fazer de uma informação um chiste.
E fez. E mais. eu acho que buscar a beleza nas palavras e uma solenidade de amor.
E pode ser instrumento de rir.
De outra feita no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho.
Eu não disiliminei ninguém.
Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas.
Comecei a não gostar de palavra engavetada.
Aquela que não pode mudar de lugar.
Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam.
Por depois ouvir um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve/ que eu não sei a ler. Aquele "a" preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro."
Manoel de Barros
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Literatura
"O papel da Literatura Infantil é, antes de tudo, encantar e alegrar os horizontes da criança, para que ela se torne:
Leitora da escrita
Leitora do mundo
Leitora da vida..."
Nye Ribeiro
Leitora da escrita
Leitora do mundo
Leitora da vida..."
Nye Ribeiro
sábado, 31 de dezembro de 2011
Que haja mais poesia em 2012
RECEITA DE ANO NOVO
(Carlos Drummond de Andrade)
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
-----------------------------------------------------------
Esperança
(Mário Quintana)
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
(Carlos Drummond de Andrade)
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
-----------------------------------------------------------
Esperança
(Mário Quintana)
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Feliz Natal e Próspero Ano Novo
São os votos de toda a equipe da BC Paulo Freire e do SOFIA a seus associados, funcionários, voluntários, amigos, parceiros.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Histórias do Fundo do Baú no Lar Fabiano de Cristo

No dia 25 de novembro de 2011, Vovós, Crianças e Educadores do Lar Fabiano de Cristo se reuniram para ouvir HISTÓRIAS DO FUNDO DO BAÚ.A atividade foi iniciada com a música de boas vindas: seja bem vindo Ô lelê, puxada pelas colaboradoras Taise, Patricia e Sandra. Logo em seguida Taise recitou a poesia “Borboleta”,o que motivou algumas crianças e vovós a recitarem uma poesia. Algumas crianças recitaram a poesia da casa, lá vem o pato, a casa da vovó as borboletas, cidadizinha cheia de graças, sou peqenininha, o pato tira retrato o abcedario e o elefantinho.
A professora Marcia contou a história do “PATINHO FEIO’’ e Taise recitou outra poesia, agora seguida pelos participantes que repetiram junto com ela.
No segundo momento foi realizada a dinamica do chapéu, ao som da musica HISTORIAS CANTADAS DE SONIA PALMA, momento em que algumas vovós deram depoimentos falando um pouco sobre sua história de vida .
No terceiro momento foi realizada a mediação de leitura com a história “Bonita, é assim que vovó me chama” logo em seguida realizamos uma roda de poesia livre onde algumas crianças recitaram poesia de Vinicios de Morais, Cecilia Meireles e outros e algumas vovós recitaram as poesias do tempo de aurora.
Por fim agradecemos a presença e participaçao de todos, cantamos a musica CATIVAR e outra canção de autoria de umas das vovós e selamos o encontro com uma poesia.
No terceiro momento foi realizada a mediação de leitura com a história “Bonita, é assim que vovó me chama” logo em seguida realizamos uma roda de poesia livre onde algumas crianças recitaram poesia de Vinicios de Morais, Cecilia Meireles e outros e algumas vovós recitaram as poesias do tempo de aurora.
Por fim agradecemos a presença e participaçao de todos, cantamos a musica CATIVAR e outra canção de autoria de umas das vovós e selamos o encontro com uma poesia.
BC Paulo Freire participa de capacitação em São Paulo
Nos dias 7 e 8 de novembro, na cidade de Atibaia, educadores da EMredando Leituras participaram da formação do polos de leitura apoiados pelo Instituto C&A por meio do Programa Prazer em Ler. Ladailza Gonçalves, foi conferir de perto todas as novidades e soube representar muito bem o Sofia Centro de Estudos. Os encontros de formação são espaços de discussões e aprendizagens importantes para a formação de mediadores de leitura e gestores das institucionais. 
Nos dias seguintes à formação, 09 e 10 de novembro, aconteceu o Seminário Educação e Participação social – conquistas e desafios em comemoração aos 20 anos do Instituto C&A. Todos os parceiros foram convidados a participar das conferências e grupos de discussões sobre as conquistas dos últimos 20 anos e os desafios para efetivamente incidir em políticas publicas e contribuir para as transformações sociais desejadas.
Nos dias seguintes à formação, 09 e 10 de novembro, aconteceu o Seminário Educação e Participação social – conquistas e desafios em comemoração aos 20 anos do Instituto C&A. Todos os parceiros foram convidados a participar das conferências e grupos de discussões sobre as conquistas dos últimos 20 anos e os desafios para efetivamente incidir em políticas publicas e contribuir para as transformações sociais desejadas.
Para você que participou do Bairro Leitor
Iniciamos com leitura de poesia de diversos escritores comaparticipação dos estudantes. Após apagamos as luzes colocamos um fundo músical com canto de assombração o que deu inicio a mediação de historia. Realizamos mediação de leitura com um conto equatoriano chamado “Maria Angula” . Este momento aconteceu na escola Luiza Maim com a
domingo, 6 de novembro de 2011
BC Paulo Freire no encontro de 20 anos do Instituto C&A
Todos os integrantes do Pólo de Leitura EMredando Leituras seguiu em viagem, nesta manhã, para a cidade de Guaraulhos, em São Paulo, para participar do encontro em comemoração aos 20 anos do Instituto C&A.
O SOFIA Centro de Estudos e a BC Paulo Freire estão representados por Ladailza G. Teles, assistente social e mediadora de leitura da biblioteca.
As Bibliotecas Comunitárias integrantes do EMredando Leituras contam com apoio financeiro e técnico do Programa Prazer e Ler, de iniciativa do Instituto C&A.
A BC Paulo Freire é uma das fundadoras do EMredando Leituras.
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